Curso de Educação Financeira

Objetivo: Este curso tem por objetivo despertar  habilidades em controlar o dinheiro e o orçamento, ainda que em tempos de crise, sem comprometer a qualidade de vida e o bem-estar.
Desenvolvido em parceria entre a FACISC – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, o Instituto Stringhini e o IBREP, o curso Educação Financeira possui um material atualizado e instrutivo, com informações e métodos fáceis e dinâmicos, que irão ajudar você a conquistar a tão sonhada autonomia sobre as suas finanças.
Carga horária: 30 horas.
Duração do Curso: 30 dias.

Como investir corretamente no mercado imobiliário.

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O mercado imobiliário é um ramo repleto de opções, porém na hora de investir é necessário tomar o máximo de cuidado e analisar todas as possibilidades antes de arriscar. Por isso o IBREP separou algumas dicas para você se tranquilizar e se sentir seguro quando o assunto for investimento.

Primeiramente se deve analisar o cenário econômico e financeiro, prestando atenção nos clientes mais apropriados para fechar uma compra, além disso, é muito importante estar por dentro do mercado para saber o que está em alta no meio dos clientes, como por exemplo, nessa época de crise, cai muito a procura pela compra de imóveis, porém aumenta a busca por aluguéis, saiba aproveitar tais oportunidades.

É importante procurar saber informações sobre o meio específico que você procura investir, porque por mais que o mercado possa estar estagnado visto de maneira geral, podem existir alguns pontos com grande movimentação de procura em certos lugares, diante disso preste atenção onde é mais propício investir.

Encontrar lugares com baixa procura, porém com grande potencial, pode ser muito benéfico para seus investimentos, pois valorizar um espaço que tem boas expectativas de crescimento, também pode ser uma boa jogada para sair na frente da concorrência e com grandes chances de lucrar.

Visar a liquidez dos imóveis e pesquisar sobre a busca e o tipo de cliente é um quesito que se deve destacar, para isso é necessário saber a saída das moradias de mais valor, e as necessidades de seus compradores, para que assim você possa ficar de olho quando surge algo que possa lhes interessar.

Além disso, na hora de investir tenha cautela para não se precipitar na escolha do imóvel, tenha sempre em mente que valores tangíveis devem ser comparados com as reais qualidades do lugar, para saber se vale ou não a pena investir, existem imóveis muito baratos aparentemente, que acabam tendo um valor intangível maior do que outros espaços que custam mais, e assim vice e versa, por isso tenha responsabilidade na hora de decidir para onde vai seu investimento.

 

Mercado imobiliário prevê crescimento e estabilização de valores

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A crise financeira causou danos aos mais variados nichos de mercado nos últimos tempos, com destaque para o mercado imobiliário. Entretanto, a perspectiva de todos os envolvidos nesse âmbito é de que os índices possam melhorar em 2017. O novo ano é visto como favorável para realizar negociações graças à diminuição da taxa de impostos e da consolidação de valores.

De acordo com um levantamento feito pela página imobiliária VivaReal, meio pelo qual são analisadas possíveis tendências e concepções do segmento levando em conta sugestões dos consumidores atingidos. Para cerca de 80% do público, os valores das propriedades imobiliárias devem permanecer no mesmo patamar em que se encontram atualmente e, por esse motivo, a maleabilidade na conciliação entre compradores e corretores promete crescer.

Aproximadamente 70% dos entrevistados manifestaram-se positivos em relação ao segmento imobiliário, ainda que estejam um tanto receosos com as condições financeiras do Brasil. Para os que ainda se mantêm pessimistas quanto à crise, as principais causas de descrença são alta variabilidade, perda de fôlego e impostos elevados. No que se refere à economia brasileira, as dúvidas dos consumidores vão de encontro a escândalos de corrupção e as crises política e financeira.

Desemprego

De acordo com Vinícius Costa, consultor jurídico da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), é praticamente impossível que os valores das propriedades aumentem. Estes devem manter-se estabilizados ou ainda sofrer uma pequena redução. “Não acredito que vá haver um aumento, pois a condição do país não favorece adquirir um imóvel por um preço mais elevado. Além disso, a taxa de juros baixou, mas ainda é consideravelmente alta e o mercado da construção civil já não disponibiliza mais tantos imóveis como antes”, conta.

Entretanto, de acordo com o profissional, as ações governamentais para estimular o negócio, como a disponibilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a diminuição da taxa de impostos, pretendem auxiliar na conquista da moradia própria. “A ideia de baixar os juros é interessante, pois dá uma condição melhor para adquirir imóveis em longo prazo. Como o financiamento depende do pagamento de várias prestações, às vezes em 360 meses, isso dá resultado prático em longo prazo”, afirma.

Vinícius lembra, entretanto, que o impulsionamento do governo pode não ser suficiente em muitos casos. “Se há um desemprego muito grande, ter coragem para assumir um contrato tão longo é mais difícil, afinal é um contrato de vários anos. O que acho que vai influenciar mais em curto prazo será a questão global da economia, se o desemprego vai cair e se as pessoas terão renda. Vale lembrar que precisa de uma entrada para adquirir um imóvel. Então, tem muitos fatores além da taxa de juros”.

Flexibilidade

De acordo com o levantamento feito pela página imobiliária VivaReal, grande parte dos corretores diz acreditar que o valor das propriedades continuará equilibrado, seja em relação à compra ou aluguel, em 2017. Por conseguinte, 58% espera que a flexibilidade na negociação seja mais ampla. A pesquisa mostra que 67% destes servidores se encontram otimistas quando o assunto em pauta é o segmento imobiliário, e 60% ainda prevê o crescimento das vendas.

Do mesmo modo que os corretores, as imobiliárias também acreditam que os valores continuarão equilibrados para compra e/ou aluguel. Uma ampla vantagem para quem planeja adquirir a moradia própria este ano é que grande partes das imobiliárias se mostrou aberta a negociações. Outro fator que beneficia possíveis consumidores é a tendência de que o abatimento dos juros também devem ser maiores em relação ao ano passado.

Contrastando os pontos de vista de cada perfil dos entrevistados, os consumidores estão mais positivos no que se refere à minimização de taxas e impostos do valor total de empreendimentos imobiliários, ao mesmo tempo em que os corretores e as imobiliárias estão convictos no equilíbrio dos custos.

Amostra

O levantamento foi desenvolvido entre os dias 11 e 23 de novembro do último ano. Foram consultados 1.545 consumidores, 482 corretores e 432 imobiliárias entre 25 Estados e 326 cidades do território nacional. Destes, 51% representam o público feminino e 49%, masculino. Grande parte é casada ou vive em união estável, e tem renda igual/superior a R$ 3.418 ao mês.

Como meio de sobressair à crise, imóveis têm papel fundamental

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Em tempos de crise, uma preocupação frequente dos profissionais do mercado de lançamentos imobiliários diz respeito ao direcionamento de seus investimentos. Por isso, eles têm buscado investir em empreendimentos imobiliários rentáveis, capazes de oferecer um retorno mais rápido. Se você também quer saber quais são esses empreendimentos para direcionar melhor os seus investimentos, listamos os 5 (cinco) mais rentáveis do momento. Confira:

Imóveis residenciais do segmento popular: rentabilidade aliada à alta procura

O segmento popular é uma das grandes bolas da vez no Brasil, e, com a crise econômica, ele tem sido a opção de várias incorporadoras que não buscam, apenas, se manter competitivas, mas também querem se destacar no mercado.

Veja o exemplo da MRV. Focada na habitação popular, ela foi eleita esse ano pela quarta vez consecutiva como a maior incorporadora do Brasil, segundo o ranking ITC- As 100 maiores da construção. Hoje, ela está à frente em uma série de indicadores: número de lançamentos, vendas, lucro líquido e receita líquida operacional. O foco da MRV, e das incorporadoras de sucesso desse segmento, divide-se entre o Minha Casa Minha Vida e outros tipos de imóveis focados em famílias de baixa renda.

Embora o programa tenha sido alvo de muitos boatos nos últimos tempos, sua continuidade foi confirmada pelo Ministério das Cidades. A terceira fase, que foi anunciada com previsão de 2 milhões de unidades a serem lançadas até 2018, deve sofrer algumas alterações, mas está garantida. Por isso, o segmento popular ainda figura entre os empreendimentos imobiliários mais rentáveis.

Imóveis de alto padrão: investimentos baseados na inteligência de mercado

Assim como a habitação popular, os imóveis de alto padrão também estão entre os empreendimentos imobiliários mais rentáveis, e essa boa fase dos imóveis mais caros se deve a uma série de fatores.

Um dos problemas que tem sido enfrentado por quem trabalha com vendas é a dificuldade de obtenção de financiamento imobiliário. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, no último mês de abril o montante total de financiamento imobiliário foi de R$ 3,5 bilhões, contra R$ 9,2 bilhões no mesmo período em 2015. Isso representa uma queda de 62%, e é nesse ponto que o segmento de alto padrão sai ganhando, já que é menos dependente de financiamento do que os imóveis de valores populares ou intermediários.

O segmento de alto padrão também sai na frente, pois as famílias com renda maior costumam ser as últimas a sentir os efeitos das crises, por isso seu poder aquisitivo não é prejudicado, e elas continuam mantendo seus hábitos de consumo, mesmo quando outros segmentos se retraem.

Estrangeiros ou pessoas que têm investimentos fora do país também ganharam com a desvalorização do dólar, outro fator que ajudou a impulsionar esse segmento, juntamente pela discreta queda no valor do metro quadrado.

Estúdios em grandes centros: nicho imobiliário em expansão

Os grandes centros urbanos do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e suas cidades metropolitanas, têm visto um movimento de valorização de bairros mais centrais com o ressurgimento dos lançamentos imobiliários nessas regiões, que costumam ser ricas em transporte público e conveniências.

O perfil de quem busca esses empreendimentos, que, em geral, são compactos e exigem menos cuidados com manutenção, costuma ser de estudantes ou profissionais que moram sozinhos e valorizam a praticidade desses bairros cheios de facilidades.

Por isso, estúdios e microapartamentos têm sido cada vez mais valorizados nesses locais. Uma pesquisa da Imobiliária Lopes revelou que mais de 21% dos lançamentos imobiliários em São Paulo, no ano de 2013, foram de apartamentos com apenas 1 dormitório. E a tendência é que esses números continuem crescendo nos próximos anos, já que, segundo o IBGE, entre 2004 e 2013, o número de pessoas que optam por morar sozinhas cresceu 35%.

Loteamentos no interior do Brasil: rentabilidade acompanha a valorização das cidades

Se nos grandes centros os estúdios são a sensação, no interior do país os loteamentos continuam com bastante força, especialmente em regiões onde o agronegócio tem se destacado. Os loteamentos são hoje, juntamente com o segmento popular, uma das grandes forças que têm puxado os números do mercado, já que, juntos, os dois cresceram 20% no primeiro trimestre do ano, em comparação a 2015.

E quando falamos em loteamentos, não consideramos apenas os terrenos mais populares, mas também os de alto padrão em cidades e regiões onde o poder aquisitivo está crescendo.

Esse fenômeno começou no interior de São Paulo há alguns anos e se espalhou para o resto do país de forma lenta. Hoje, esses loteamentos estão em boa fase no Centro-Oeste e também partes do Norte e Nordeste brasileiros. Nessas regiões, os lotes são vistos como bons investimentos, já que as cidades ainda estão em fase de valorização, e, por isso, são bastante procurados.

Imóveis de dois quartos: o perfil de busca dos consumidores

Se a sua incorporadora não atua nos extremos do mercado (popular e alto padrão) e você não pretende mudar o foco, a melhor opção no segmento intermediário é apostar nos imóveis mais buscados.

Segundo dados do Secovi SP, imóveis na faixa de valor entre R$200 mil e R$ 500 mil foram os mais vendidos no primeiro trimestre do ano. Quanto às características, os mais buscados são os de 2 dormitórios, com área privativa entre 45m² e 65m².

Embora seja possível analisar dados gerais do mercado e identificar quais são os empreendimentos imobiliários mais rentáveis, é importante ressaltar que, em um país continental, como o Brasil, as diferentes regiões apontam para cenários distintos. Por isso, é sempre válido estar atento ao seu mercado de atuação e contar com um software de BI para incorporadoras, que vai lhe ajudar nas análises locais e a identificar os investimentos imobiliários mais rentáveis da sua região.

(Fonte: O Documento)

Transações por permuta estão no foco imobiliário de Joinville

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A maioria das operações imobiliárias na cidade de Joinville é realizada por permuta, principalmente enquanto o custo dos imóveis permeia na faixa de R$ 400 mil e R$ 600 mil. É o modo mais utilizado de negociação, uma vez que os investidores não querem dispor de seus recursos poupados. Resguardam-se, assim, de incertezas econômicas que podem vir a suceder e assimilam o bom desempenho dos investimentos financeiros.

– Outra tendência verificada desde o início do segundo semestre é o retorno do parcelamento direto dos consumidores com as construtoras. Um terceiro comportamento dos clientes é o aumento da busca por consórcio, uma estratégia no sentido de reduzir custos de financiamento imobiliário. Estes, habitualmente, embutem juros mais elevados – conta Elizandro Amorim, presidente do segmento imobiliário na Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), em entrevista ao Diário Catarinense.

O gestor menciona o início de uma próspera recuperação nas vendas, após o mercado estagnado por cerca de um ano e meio. Diversos profissionais que atuam nesse segmento concordam que, as propriedades imobiliárias que possuem maior pré-disposição de venda, são aquelas em que seu preço varia num âmbito de R$ 300 mil e R$ 400 mil. A permissão de descontos em imóveis neste panorama é bastante comum.

Além disso, contratos sobre imóveis com valor a partir de R$ 600 mil raramente acontecem com ausência de um financiamento. A tomada de decisão ao providenciar bens como estes são sujeitos, em grande parte dos casos, ao parcelamento de dívidas promovido por diversas agências bancárias ao longo de anos, variando de acordo com a declaração – ou comprovação – de renda dos candidatos a proprietários, cumprindo operações matemáticas próprias de cada banco.

– Há dinheiro rodando. Empresários com caixa alto estão comprando imóveis à vista, ganhando nos descontos. Constato, ainda, migração do tipo de imóvel procurado. A classe média está movimentando este nicho de mercado, saindo imóvel de dois quartos para o de três. Em linha, os apartamentos com mais de 100 m² já representam mais de um quinto (20%) das vendas.

O estilo de vida de pessoas que residem em casas, principalmente aquelas que já entraram na terceira idade, está em constante mudança. Uma parcela desta população dá mais importância atualmente à segurança pessoal do que a cerca de dois anos atrás. Isso se deve, de modo relativo, ao aumento constante da criminalidade nas grandes cidades. Assim, eles procuram por apartamentos como nunca antes.

Mesmo com a restrição no que se refere à privacidade, idosos compreendem a segurança como algo primordial. Os valores pouco têm transitado durante o último ano. E devem ser submetidos à valorização no ano que segue nas localidades em que a jurisprudência urbanística, a Lei de Ordenamento Territorial (LOT), ampliar o leque de edifícios e/ou conceder novas utilizações. Segundo corretores, estes aspectos devem gerar maior ambição pelo mercado imobiliário daqui em diante.

Outra atualização no comportamento do consumidor aponta que parte da elite residente na região norte do Estado visualiza possibilidades para além, inclusive, da região do Vale do Itajaí. Joinvilenses pertencentes às classes A e B, hoje em dia, buscam por propriedades em outras paradas. Se até então o sonho de consumo da maioria era possuir uma residência de verão em Balneário Camboriú, hoje Itapema está dentro do perímetro para um público com alto poder aquisitivo.

Índice de mulheres no setor imobiliário vêm ganhando força

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Tradicionalmente ocupado pelos homens, o mercado de corretagem de imóveis vem se tornando paulatinamente mais diverso. Isso acontece nas duas pontas, tanto no atendimento direto aos clientes, como na direção das imobiliárias. Embora não existam pesquisas recentes, dados de mercado apontam que as mulheres já ocupam 48% dos cargos e, em Minas Gerais, esse número deve passar de 30%.

Só os números, porém, não são capazes de tornar a vida das mulheres mais fácil em um país, reconhecidamente, machista. Para a presidente da Câmara do Mercado Imobiliário/Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Cássia Ximenes, o mercado já está maduro para entender que as diferenças acontecem entre profissionais e não entre gêneros, mas, mesmo assim, algumas situações ainda incomodam a maioria das mulheres.

“Claro que o mundo dos negócios ainda é majoritariamente masculino, mas isso vem mudando, mesmo que lentamente. Ainda me assusto vendo que em uma turma de 43 alunos que estudam gestão no ramo imobiliário na Fundação Dom Cabral (FDC), apenas nove sejam mulheres. Um fato corriqueiro, como o corretor convidar o cliente para um café é visto com naturalidade. Mas quando uma corretora faz isso, tem que ser com muito cuidado, para não gerar outras interpretações. Infelizmente ainda enfrentamos o preconceito por sermos mulheres”, explica Cássia Ximenes.

Há 18 anos no comando da Silvio Ximenes, junto com duas irmãs, a empresária assumiu a presidência da CMI/Secovi-MG em março, para o período 2016/2018. Jornalista, ela fez carreira na comunicação social antes de assumir os negócios da empresa fundada pelo pai e, posteriormente, ingressar nas entidades de classe.

“Nasci e cresci respirando o mercado imobiliário. Resolvi experimentar a comunicação e vi que ela é importante dentro de qualquer atividade. Poderia usar esse conhecimento para melhorar a nossa empresa, entendendo melhor o nosso cliente. Depois da CMI percebi novamente a baixa participação das mulheres. Criamos a CMI-Mulher e fomos nos fortalecendo como  grupo. Hoje não há mais motivos para inibição durante as reuniões e ocupamos a presidência”, comemora a empreendedora.

Mudança de rumo – Solange Rettore deixou a psicanálise em um momento de questionamento sobre os rumos da carreira. Uma oportunidade de ajudar o marido a organizar a nova imobiliária fez surgir uma nova paixão e um novo caminho profissional. Compartilhando o comando da Ronaldo Starling Netmóveis, a empresária hoje comanda uma equipe de oito corretores e mais a equipe administrativa.

“Como eu tinha experiência administrativa, fui ajudá-lo. Era para ser temporário, mas fui me encantando pela atividade. Vi que podia aplicar meus conhecimentos treinando os corretores para uma escuta mais cuidadosa, logo, mais produtiva. Podia agregar valor à equipe”, relembra Solange Rettore.

O empoderamento das mulheres dentro da sociedade brasileira como um todo também ajuda a explicar o sucesso das corretoras. Por terem aumentado o poder aquisitivo nas últimas décadas, as mulheres também alcançaram maior poder de decisão na hora da compra ou aluguel do imóvel. E aí a preferência por serem atendidas por outras mulheres começou a aparecer.

“O empoderamento está acontecendo de forma sutil, com as mulheres se colocando no mercado, administrativamente com competência. Observo que muitas corretoras, assim como a nossa, já são comandadas por mulheres”, destaca a administradora.

Já para a vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Sindimóveis-MG), Carolina Pereira Machado, as mulheres já ocupam o mesmo patamar que os homens no mercado de trabalho no setor imobiliário, inclusive liderando empresas com equipes predominantemente femininas.

“As corretoras conseguem entender melhor as mulheres – que estão concentrando o poder de decisão – realizando um atendimento mais detalhado e delicado. Além disso, as mulheres buscam mais capacitação. Diante de tudo isso, não acredito mais no preconceito”, afirma Carolina Machado.

(Fonte: Diário Do Comércio)

Usuários de aplicativo poderão dar notas ao atendimento de corretores

Operando como um serviço para locação de imóveis via web, a startup QuintoAndar agregou à sua interface de trabalho uma funcionalidade já bastante conhecida pelo público, usuário de diversas plataformas digitais. A partir de agora, o próprio contratante poderá classificar, de modo anônimo, o desempenho do profissional que o guiou por uma visitação até a propriedade imobiliária escolhida.

Assim como nos demais formatos categóricos, a avaliação através do aplicativo pode ser mensurada entre uma e cinco estrelas. Além disso, será possível descrever, de forma pontual, itens como a pontualidade no local por parte do corretor, o know-how acerca das condições em que se encontra o imóvel e a disponibilidade do profissional. Outra possível alternativa é contar se a propriedade se mostrou concordante em relação às fotos disponibilizadas pela ferramenta.

Porém, é preciso deixar claro que o conceito deste recurso não é exatamente algo novo. De acordo com o cofundador André Penha, a classificação acerca dos serviços destes profissionais é algo que já estava nos planos da organização desde o início. Hoje, a plataforma conta com cerca de 80 corretores cadastrados em seu sistema. A finalidade é agregar cerca de 100 servidores até o final deste ano, e duplicar este número até dezembro de 2017.

Segundo o empresário, há uma lista de espera contando com quase duas mil pessoas visando prestar seus serviços em parceria com a startup só na região de São Paulo. Será necessário ainda implementar um sistema de filtragem dos candidatos, além da estimativa do próprio usuário; fatores que podem orientar os gestores em meio ao processo de recrutamento dos profissionais.

Para os corretores que estiverem pensando em fazer parte da empresa, é necessário passar por uma sucessão de etapas. A primeira delas é enviar texto e vídeo próprios através da ferramenta YouTube, apresentando seus motivos para entrar na equipe da instituição. Os profissionais aprovados seguem para a segunda etapa, que consiste basicamente em uma entrevista realizada in loco. O único pré-requisito é que o candidato seja credenciado pelo Conselho Regional de Imóveis (Creci) da região na qual atua.

Prospecção

Os serviços da QuintoAndar estão disponíveis atualmente em três cidades: São Paulo, São Caetano do Sul e Campinas. De acordo com Penha, a organização possui projeto de expansão para outras localidades em São Paulo, como Osasco, Guarulhos e toda a região do ABC paulista. Posteriormente, a empresa planeja alcançar também outros estados espalhados pelo território nacional. Devido à rápida evolução, a equipe pretende se estabelecer no maior número de localizações viável.