Investimentos em ações imobiliárias voltam a crescer

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Após um período estendido em recessão, com baixa valorização e cotação no mercado, o setor imobiliário voltou a ser o centro das atenções em meio aos empreendedores de plantão. De janeiro até agora, os investimentos já somaram cerca de 25%, de acordo com o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários.

Investimentos no ramo imobiliário despertam a curiosidade de quem planeja lucrar com o aluguel e a gestão de propriedades, no entanto, ao invés de apostar alto em negócios que necessitam de maior acompanhamento, há um público sedento por investir em ações desse mercado. Do mesmo modo que tais ações são compradas na bolsa de valores, possíveis empreendedores também podem ter seus investimentos valorizados através da mesma.

Alguns fundos imobiliários também aplicam capital em títulos bancários que subsidiam o mercado de imóveis, como exemplo das Letras de Créditos Imobiliários (LCI), que vem numa crescente desde 2015.

Graças a investimentos como esse, o setor tem voltado à ativa no que se refere a aspectos financeiros. Outro ponto que merece atenção é o abatimento de custos, que saltou aos olhos dos empreendedores, fazendo com que o mercado fosse novamente valorizado.

Entretanto, a agitação que vem acompanhando recentemente as ações imobiliárias necessita de muita atenção por parte de potenciais compradores. Mesmo que andem em paralelo com o mercado imobiliário, setor consideravelmente estabilizado se comparado com outras tantas ações disponíveis, não se pode garantir uma rentabilidade duradoura.

Ações imobiliárias são recomendadas ao público que procura por uma diversificação de suas aplicações, com metas rentáveis a longo prazo. Essa é uma ótima opção para quem planejava investir na compra e aluguel de propriedades, já que fornece oportunidades de se obter um maior retorno financeiro, sendo que esta não precisa ser declarada.

Investimentos não são taxados na medida em que os imóveis disponíveis em suas ações são vendidos, sendo assim o retorno é dividido pelos investidores que fazem parte de determinada cota. No entanto, quando se refere à venda das ações, possíveis compradores estarão vulneráveis a declaração de 20% em cima do retorno que obtiverem.

Economia do setor imobiliário deve voltar a crescer no próximo ano

Businessman Put Coin To Highest Stack Of Coins ** Note: Shallow depth of field

O setor de imóveis tem apresentado, aos poucos, indícios de superação em meio à crise econômica. Fora inaugurações de empreendimentos que estão ocorrendo, especialistas afirmam que o próximo ano deverá iniciar a todo vapor. Ao menos no que diz respeito aos corretores, e confirmado por Harley Mena, presidente da Associação dos Corretores e Empresas Imobiliárias de Sorocaba. De acordo com a expectativa otimista para este mercado – imprescindível para o crescimento da economia nacional.

Harley conta que o setor imobiliário segue o fluxo da corrente econômica e que os valores tem sofrido certo enfileiramento. “Tivemos por quatro anos preços fora da realidade, mas estamos sentindo uma melhora nos últimos três meses. As pessoas estão acreditando mais no País e voltando a aplicar”, conta. Fala retirada do site Jornal Cruzeiro

O ofício de corretor imobiliário é regulamentado pela Lei da Constituição 6.530, de 1978. O profissional é encontrado tanto em imobiliárias, como em construtoras – ou ainda atuando como autônomo, sem qualquer vínculo com instituições, sendo assim um autêntico consultor.

Associados

A organização de Mena recém concluiu 23 anos. Dentre cerca de dois mil funcionários em Sorocaba, no mínimo 380 são sócios. De acordo com ele, a sociedade é primordial, já que no intuito de fortalecer o setor, fornece aos seus sócios privilégios e vantagens para continuar em ascendência no ramo.

Para se tornar um corretor imobiliário, não precisa necessariamente de um curso superior, entretanto o pretendente deve fazer um curso específico, que tem duração de meses, conhecido como técnico em “Transações Imobiliárias”.

Depois deste curso, deve ser realizado um teste a fim de conquistar o certificado profissional do Creci-SP (o mesmo vale para o processo em outros estados). “Aliás, orientamos que toda pessoa que precisar consultar um profissional, deve pedir a ele que apresente o registro no Creci, a fim de garantir que o corretor está legalizado”, recomenda Harley. Fala retirada do site Jornal Cruzeiro

Decisão do STJ define que imóveis na planta devem pagar corretor

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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) reconheceu nesta quarta-feira (24) a validade de cláusula contratual de comissão de corretagem na venda de imóveis e apenas condicionou que a previsão desse encargo seja informada previamente ao consumidor.

Porém, em relação à taxa Sati (Serviço de Assessoria Técnico-Imobiliária), o colegiado entendeu que a cobrança é abusiva, conforme informações divulgadas pelo STJ.

A taxa Sati é o valor cobrado pelas construtoras com base em 0,8% sobre o preço do imóvel novo adquirido pelo consumidor, sendo destinada aos advogados da construtora por elaboração dos contratos e serviços correlatados.

Segundo o STJ, enquanto as incorporadoras sustentavam que os encargos representam contraprestação por serviços oferecidos aos compradores, as entidades de defesa dos consumidores defendiam que a cobrança é abusiva, uma vez que corretores e advogados trabalham em prol de interesses das incorporadoras.

“A Segunda Seção definiu ainda que o prazo prescricional para ajuizamento de ações que questionem a abusividade nas cobranças é de três anos”, disse o STJ. Novos recursos ao STJ não serão admitidos quando sustentarem posição contrária ao entendimento definido nesta quarta-feira.

Para analistas do Itaú BBA, a decisão foi favorável para as incorporadoras, uma vez que apenas a taxa Sati foi considerada abusiva e não poderá ser mais cobrada daqui para frente, conforme nota enviada a clientes logo após a decisão.

(Fonte: Folha de S. Paulo)

Com diferenecial destacado, corretores festejam seu dia neste sábado

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O Dia do Corretor de Imóveis é comemorado no próximo sábado, dia 27. A regulamentação da atividade, com a Lei 6.530/78, reconheceu o trabalho desse profissional e a sua importância como intermediador no processo de compra e venda de imóveis. A categoria tem sido cada vez mais valorizada e procurada por profissionais que querem entrar para esse ramo. De acordo com pesquisa feita pelo Creci-MG, na última década, mais de 11 mil profissionais ingressaram no mercado como pessoas físicas, com um nível de escolaridade cada vez mais alto.

De acordo com José De Filippo Neto, diretor de Marketing da Rede Netimóveis, os corretores que se mantêm firmes no segmento têm como diferenciais o conhecimento e as constantes atualizações, que são imprescindíveis para o alcance de resultados positivos no desenvolvimento do trabalho. “Mais que um atendimento, o corretor precisa prestar uma assessoria completa em investimentos imobiliários. Caso contrário, ele não consegue atender as atuais demandas dos clientes.” De Filippo explica que, com um perfil de clientes diversificado, o corretor de imóveis precisa saber lidar com as exigências e às expectativas de cada caso.

“Por isso, é importante que o profissional conheça bem o mercado em que atua, desenvolva técnicas de marketing, de comunicação e de vendas on-line e off-line e, principalmente, tenha total percepção dos procedimentos que abrangem as transações imobiliárias.” Ronaldo Starling, presidente da Rede Netimóveis BH, diz que, mesmo com os atrativos que motivam uma pessoa a se tornar um corretor, entre eles, flexibilidade de horários, autonomia e comissões generosas, não basta escolher a profissão com base nesses bônus. “O corretor precisa estar ainda mais atento à busca pela especialização e alta capacidade técnica.”

Consultores

Uma das empresas que vêm investindo cada vez mais na capacitação de seus corretores para atuar nesse mercado é a LAR Imóveis. Além disso, eles são preparados para atuar como consultores nas vendas, com visão especializada do negócio. De acordo com Luiz Antônio Rodrigues, presidente da LAR Imóveis, com 38 anos de mercado, “é preciso investir nos profissionais e torná-los a cara da empresa. Afinal, são eles quem lidam diariamente com o cliente.”

O empresário destaca ainda que a realidade do mercado profissional no segmento imobiliário mudou muito com o passar dos anos. “Hoje, não há espaço para amadorismo. Muitas pessoas têm uma visão equivocada de quem atua nesse setor, pensando sempre em aposentados ou em quem está no mercado por falta de melhores opções de emprego. Nossos profissionais são consultores imobiliários, altamente capacitados e treinados, com a função de orientar as pessoas para os melhores negócios, com boa aplicação de capital, utilizando as mais modernas técnicas profissionais e atuando dentro dos aspectos comerciais, jurídicos e financeiros.”

Algumas imobiliárias adotam práticas de incentivo, além de cursos de graduação e pós-graduação para capacitação de seus profissionais. Empresas como a Rede Netimóveis estimulam seus colaboradores à ascensão no mercado trabalho por meio de programas de treinamentos contínuos. A Universidade do Conhecimento Netimóveis (Unicon) é um exemplo. A instituição promove a capacitação dos colaboradores do grupo e oferece cursos básicos e complementares sobre o mercado imobiliário, presenciais e a distância, que são atrelados ao Plano de Carreiras Netimóveis (PCN). O PCN tem metas claras que potencializam os resultados, reconhecendo, valorizando, recompensando e fidelizando talentos.

Todo o processo é feito por meio de um sistema permite ascensão de níveis aos corretores, conforme seu desempenho dentro da empresa e da rede, com planejamento e benefícios diferenciados por categoria. Cada associado pode fazer o acompanhamento on-line da pontuação e comissionamentos. Assim, é possível potencializar os resultados, beneficiando também os clientes com a qualidade na prestação do serviço.

(Fonte: Lugar Certo – Estado de Minas)

Setor imobiliário recebe de forma positiva câmbios da Caixa

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O mercado imobiliário recebeu com otimismo a notícia de que a Caixa Econômica vai alterar as condições de financiamento para imóveis acima de R$ 750 mil. No caso de unidades usadas, o percentual máximo de financiamento passará de 60% para 70%.

Já na compra de imóveis novos, o comprador poderá financiar até 80% do valor, em vez dos atuais 70%. O banco também anunciou o aumento do valor máximo do imóvel para financiamento dentro do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI): de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões.

Um bom sinal para o mercado e para os consumidores, afirma Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel. O setor vem amargando quedas nas vendas: um estudo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) mostrou que as vendas alcançaram 8.496 unidades em maio, um recuo de 4,1% em relação ao mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, as unidades vendidas somaram 39.472, queda de 14,7% frente ao volume observado no mesmo período do ano anterior.

Ele defende que a economia precisa voltar ao eixo para que as pessoas não tenham medo de investir em imóveis, especialmente pelo forte receio do desemprego.

— O setor chegou ao fundo do poço. Em tanto anos nunca tinha vivido uma situação como esta, que agora começa a dar sinais de recuperação. Para quem pode, acredito que esta seja a última oportunidade para compra de imóvel neste patamar tão baixo — afirma.

Na outra ponta, o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-RJ), Manoel da Silveira Maia, também defende que o momento é propício para aqueles que desejam realizar o sonho da casa própria. Porém, ele tem a mesma opinião de Vasconcelos: somente a diminuição do índice de desemprego proporcionará um fôlego maior ao setor imobiliário:

— O aumento do limite de financiamento imobiliário é importante, mas o número de desocupados no país ainda é grande, o que trava o desempenho das vendas — diz.

O mercado de usados também será movimentado pela medida, acredita o diretor da Even Rio, Maurício Belo.

— O aumento da cota de financiamento de usados traz maior liquidez ao mercado secundário, facilitando a venda do imóvel usado, que em muitos casos é necessária para a troca de imóvel ou upgrade.

A Caixa também alterou a portabilidade de crédito imobiliário de 50% para 70%. Para o diretor de marketing da Carvalho Hosken, Henrique Caban, a medida é uma vantagem agregada para facilitar e incentivar bastante o comprador.

— Isso deverá provocar dois movimentos: a entrada de mais gente no mercado e a possibilidade de compra de imóveis mais valiosos sem necessidade de poupança maior — acredita ele.

Rogério Jonas Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela, acredita que a Caixa passa a dar mais opção de crédito para os clientes que queiram adquirir unidades de obras não financiadas por ela, facilitando assim as condições de pagamento, já que exige um desembolso menor pelo cliente no ato da compra.

— A novidade tende a estimular o consumidor a adquirir bens imóveis tanto para fins de investimento, quanto para moradia — analisa.

Outro movimento importante desta medida é o retorno da concorrência entre os bancos, afirma Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria. De acordo com um levantamento feito pelo jornal Extra, ao elevar os percentuais de financiamento para imóveis de mais de R$ 750 mil, a Caixa igualou os tetos aos já oferecidos por dois bancos privados: Bradesco e Santander. No caso de imóveis novos, o limite ultrapassou o do Itaú, que financia apenas até 75% do valor total do bem.

(Fonte: O Globo)

Mercado imobiliário se alegra com elevação de crédito

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Se existe dinheiro para financiar a compra de um apartamento de R$ 3 milhões, há recursos para a negociação de  dez unidades de R$ 300 mil. Esta é a conta que estão fazendo construtores e corretores de imóveis após o anúncio feito esta semana de que a Caixa Econômica Federal dobraria o teto do financiamento, que antes era R$ 1,5 milhão.

Com menos de 5% do mercado baiano, os imóveis de alto luxo não devem causar tanto impacto na retomada de vendas. Mas as unidades voltadas para a classe média são vistas como o setor que mais pode impulsionar a retomada do crescimento.

“A Caixa Econômica Federal não é uma instituição excludente, então, se vai ter dinheiro para financiar apartamentos de alto luxo, também vai ter para apartamentos de classe média”, estima o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), Carlos Henrique Passos.

Ele assinala que apartamentos que custam R$ 3 milhões são raridades em Salvador, como as unidades da Mansão Wildberger, no Largo da Vitória, e alguns empreendimentos isolados no Horto Florestal.

O grosso do mercado imobiliário baiano já estava contemplado no teto de financiamento de R$ 1,5  milhão. A diferença é que a decisão de dobrar o limite aponta para a uma maior disponibilidade de recursos, que pode beneficiar a negociação de imóveis que são mais baratos.

Também animado com o anúncio, o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia, Luciano Muricy, afirma que o principal é que essa decisão aponta para uma reversão na tendência de escassez de crédito.

“É uma notícia que sinaliza uma nova tendência. Vamos torcer para que os outros bancos sigam o exemplo da Caixa”, afirmou Muricy.

O corretor de imóveis Marcos Cabral também está otimista com a mudança. Ele assinala que o impacto vai ser positivo porque a instituição não só vai contemplar as classes alta e média como também está com o foco voltado para as classes mais populares. “A margem de financiamento imobiliário foi de igual forma estendida, dando-se assim novo impulso ao setor, fazendo-o mais uma vez girar de forma ascendente; tais iniciativas serão realmente benéficas, eliminando a remanescente letargia na qual o mesmo se encontrava”, declarou o corretor.

Outra medida anunciada pela Caixa e que foi elogiada pelos dirigentes do setor foi o elastecimento da cota máxima de financiamento dos imóveis. Na modalidade de financiamento voltada para  unidades que custam a partir de R$ 750 mil, a cota subiu de 60% para 70% para aquisição de usados. E de  70% para 80% para a compra de apartamentos novos, de terreno,  construção, reforma ou ampliação.

Juros altos

Os representantes do setor imobiliário defendem que outra medida importante para a retomada dos negócios no setor é a redução da taxa de juros. Mas ainda vão ter que esperar um pouco mais para que isso aconteça. A reunião feita na última quarta-feira pelo Comitê de Política Monetária (Copom) estabeleceu a manutenção da taxa anual de juros em 14,25%, o maior patamar dos últimos dez anos. Foi a primeira reunião do Copom após a posse de Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central.

Para Carlos Henrique Passos, o ideal é que a taxa de juros fique abaixo de 10%. “Se na próxima reunião cair para 13,5%, já é um alento”, avalia Passos. Muricy, da Ademi, tem uma opinião semelhante. “O importante que se mostre uma tendência de redução na taxa de juros”.

(Fonte: A Tarde – UOL)

MPF pede que vendas de imóveis sejam realizadas por corretores

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O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco (PE) expediu recomendação, instrumento de atuação extrajudicial do órgão, à Caixa Econômica Federal (CEF) para que a intermediação na compra e venda de imóveis financiados pelo banco seja feita por corretor credenciado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis em Pernambuco (Creci/PE). O autor do documento do procurador da República Alfredo Falcão Jr.

A recomendação também estabelece que nos convênios e contratos entre CEF e construtoras haja cláusula exigindo a intermediação de profissional registrado no Conselho nas negociações de compra e venda das unidades imobiliárias.

A Caixa tem prazo de 90 dias, a contas da notificação, para informar o procurador da república sobre o acatamento da recomendação e quais providencias serão implementadas. Em caso de descumprimento, poderão ser adotadas as medidas judiciais cabíveis.

Apurações do MPF revelaram que empresas do ramo imobiliário vinham comercializando imóveis, principalmente na modalidade popular, sem a intermediação de profissionais devidamente cadastrados no Conselho. Como a CEF é agente financeiro e gestor de programas nacionais de Habitação Urbana/Minha Casa Minha Vida e de Habitação rural, deve se responsabilizar pelo cumprimento das normas relativas à comercialização desses imóveis.

Conforme estabelece a Lei 6530 de 1978, apenas o corretor de imóveis possui qualificação para desempenhar a atividade, pois se submeteu a curso técnico em transações imobiliárias ou curso superior em gestão imobiliária.

Ajustamento de conduta

O MPF também firmou, na última semana, termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Creci/PE e a MRV Engenharia e Participações para que a construtora passe a contratar apenas corretores de imóveis, e não vendedores sem formação na área, para o departamento de vendas da empresa.

O MPF apurou que a MRV vinha mantendo departamento comercial para venda de imóveis, incluindo empreendimentos do “Minha Casa Minha Vida”, mesmo não sendo registrada no Conselho, com vendedores que não são corretores, praticando o exercício ilegal da profissão.

(Fonte: Blog de Jamildo – UOL)